Sidrolândia registra morte por H3N2, subtipo da influenza com linhagem chamada de gripe K
Do início deste ano até 17 de janeiro, duas pessoas morreram em Mato Grosso do Sul devido à SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) provocada pelo H3N2

Do início deste ano até 17 de janeiro, duas pessoas morreram em Mato Grosso do Sul devido à SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) provocada pelo H3N2

Do início deste ano até 17 de janeiro, duas pessoas morreram em Mato Grosso do Sul devido à SRAG (Síndrome Respiratória Aguda Grave) provocada pelo H3N2, subtipo do vírus influenza. O número foi divulgado no último boletim epidemiológico divulgado pela SES (Secretaria Estadual de Saúde).
Uma dessas mortes foi registrada em Sidrolândia, a vítima tinha 65 anos e comorbidade que causava imunodeficiência.
Mato Grosso do Sul foi o primeiro estado a ter a gripe K identificada. Até 22 de dezembro, a SES havia confirmado 12 pessoas infectadas, mas nenhuma morte. Os pacientes têm entre três meses e 87 anos de idade e moram em Campo Grande, Costa Rica, Nioaque, Ponta Porã e Três Lagoas.
No ano passado, o subtipo do vírus provocou 10 mortes no Estado. Em relação ao vírus influenza, o que mais causou óbitos foi o H1N1, inclusive, em quantidade recorde na série histórica monitorada pela SES desde 2009: foram 127 vítimas.

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