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Disputa de facções: jovem de 18 anos é morto a facadas após ser perseguido dentro de boate em Maracaju

Jovem foi perseguido pelo imóvel e acabou encurralado na cozinha; polícia investiga possível relação do crime com disputa entre facções.

Redação - Noticidade
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Disputa de facções: jovem de 18 anos é morto a facadas após ser perseguido dentro de boate em Maracaju

Ray em uma das passagens pelo sistema prisional (Foto: Reprodução)

Um jovem de 18 anos foi morto a facadas na manhã desta quinta-feira (1º), dentro de uma boate localizada na Rua Euclides da Cunha, na Vila Juquita, em Maracaju. A vítima, identificada como Ray Felipe Leite Feliciano, conhecido pelo apelido de “NAP”, completaria 19 anos nesta sexta-feira (2).

Segundo as informações do site Maracaju Speed, o jovem estava dentro do estabelecimento quando um homem teria entrado no imóvel e iniciado uma discussão. Na sequência, o suspeito teria perseguido a vítima pelos cômodos da boate, armado com uma faca.

Ray Felipe tentou escapar e correu em direção à cozinha. No entanto, o local não teria uma saída para os fundos, deixando o jovem sem alternativa para fugir. Ele acabou atingido por diversos golpes de faca, principalmente no tórax, nas costas e nas mãos, que apresentavam ferimentos compatíveis com tentativa de defesa. Após o ataque, o suspeito fugiu a pé. Ray Felipe morreu ainda no local.

A Polícia Militar foi acionada e isolou a área para os trabalhos das equipes de investigação. O Corpo de Bombeiros também esteve no estabelecimento, mas apenas pôde constatar a morte da vítima.

A Polícia Civil de Maracaju e a Perícia Criminal de Dourados realizaram os levantamentos necessários no imóvel e recolheram vestígios que poderão auxiliar na investigação.

Possível relação com disputa entre facções

Conforme informações levantadas durante a apuração inicial, Ray Felipe seria natural de Anastácio e teria chegado a Maracaju nos últimos dias.

A polícia também investiga a possibilidade de o homicídio estar relacionado a uma disputa entre grupos criminosos. Informações sobre uma suposta ligação da vítima com o Comando Vermelho e sobre um possível “decreto” de morte atribuído a integrantes de uma facção rival circulavam em aplicativos de mensagens.

Essas informações, no entanto, deverão ser analisadas e confirmadas durante a investigação.

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