Prefeita assina decreto de criação da Escola Indígena Vitor Marcelino
Prefeita assina decreto de criação da Escola Indígena Vitor Marcelino

Prefeita assina decreto de criação da Escola Indígena Vitor Marcelino

A prefeita Vanda Camilo, reunida com lideranças da Aldeia Lagoinha, assinou na tarde desta segunda-feira (10) o Decreto Municipal N° 006/2022 de desativação da extensão Marcelino José, e o Decreto 005/2020 de criação da Escola Municipal Indígena Vitor Marcelino, que a partir de hoje deixa de ser extensão e se torna polo.
Com a desativação da extensão, abrigada na Escola Municipal Indígena Cacique João Batista Figueiredo, fica criada a Escola Municipal Indígena Vitor Marcelino Polo para atendimento da educação infantil e ensino fundamental. A Secretaria Municipal de Educação adotará as providências necessárias para o funcionamento da unidade escolar e designará o pessoal técnico administrativo necessário para o seu funcionamento.
A criação da escola era um sonho antigo da comunidade da Aldeia Lagoinha, que há anos as lideranças lutavam para conseguir tornar este sonho em realidade. “Quando procuramos a prefeita, levamos em mãos o documento para ela, o pedido de transformação da escola em Polo, e hoje fomos atendidos por ela”, informou o cacique Jasiel Gabriel.
Para a prefeita, a criação da escola, além de atender uma demanda antiga da comunidade da Lagoinha, vai tornar mais fácil também na questão de destinação de recursos necessários. “Quando chegaram até a mim e me fizeram essa solicitação vi que para a comunidade indígena era algo muito significativo e para nós como gestor, a criação da escola vai facilitar na realização de investimentos e melhorias”.
Conforme o professor Jurandir Gabriel, que será o futuro diretor da escola, o que mudará agora é a autonomia que antes a escola não tinha por ser extensão. “Nós seguíamos uma proposta pedagógica de uma outra aldeia e de uma outra escola, e quando nós se tornamos Polo, criamos a nossa própria escola, nós vamos poder fazer a nossa proposta pedagógica de acordo com a nossa realidade, a nossa aldeia”, enalteceu o professor.
A prefeita Vanda Camilo, reunida com lideranças da Aldeia Lagoinha, assinou na tarde desta segunda-feira (10) o Decreto Municipal N° 006/2022 de desativação da extensão Marcelino José, e o Decreto 005/2020 de criação da Escola Municipal Indígena Vitor Marcelino, que a partir de hoje deixa de ser extensão e se torna polo.
Com a desativação da extensão, abrigada na Escola Municipal Indígena Cacique João Batista Figueiredo, fica criada a Escola Municipal Indígena Vitor Marcelino Polo para atendimento da educação infantil e ensino fundamental. A Secretaria Municipal de Educação adotará as providências necessárias para o funcionamento da unidade escolar e designará o pessoal técnico administrativo necessário para o seu funcionamento.
A criação da escola era um sonho antigo da comunidade da Aldeia Lagoinha, que há anos as lideranças lutavam para conseguir tornar este sonho em realidade. “Quando procuramos a prefeita, levamos em mãos o documento para ela, o pedido de transformação da escola em Polo, e hoje fomos atendidos por ela”, informou o cacique Jasiel Gabriel.
Para a prefeita, a criação da escola, além de atender uma demanda antiga da comunidade da Lagoinha, vai tornar mais fácil também na questão de destinação de recursos necessários. “Quando chegaram até a mim e me fizeram essa solicitação vi que para a comunidade indígena era algo muito significativo e para nós como gestor, a criação da escola vai facilitar na realização de investimentos e melhorias”.
Conforme o professor Jurandir Gabriel, que será o futuro diretor da escola, o que mudará agora é a autonomia que antes a escola não tinha por ser extensão. “Nós seguíamos uma proposta pedagógica de uma outra aldeia e de uma outra escola, e quando nós se tornamos Polo, criamos a nossa própria escola, nós vamos poder fazer a nossa proposta pedagógica de acordo com a nossa realidade, a nossa aldeia”, enalteceu o professor.

Valdir Garcia apresentou propostas para áreas como direitos indígenas, emendas parlamentares e organização do Congresso.

Preço médio divulgado pela referência nacional serve como base de negociação, mas condições reais do veículo continuam pesando na avaliação final.

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