Sidrolândia e Maracaju receberão doses da vacina contra a dengue para profissionais da saúde
Imunização será destinada a trabalhadores da Atenção Primária.

Imunização será destinada a trabalhadores da Atenção Primária.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) definiu a distribuição das 7.878 doses da vacina contra a dengue recebidas por Mato Grosso do Sul, que serão destinadas aos profissionais da Atenção Primária à Saúde (APS) dos 79 municípios do Estado. Entre as cidades contempladas estão Sidrolândia, que receberá 133 doses, e Maracaju, com 136 doses previstas.
As vacinas, produzidas pelo Instituto Butantan, chegaram à Rede de Frio Estadual no dia 23 de fevereiro e fazem parte da estratégia nacional coordenada pelo Ministério da Saúde para proteger trabalhadores que atuam diretamente nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs).
Nesta etapa inicial, a imunização será voltada exclusivamente aos profissionais da APS, incluindo médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, odontólogos, agentes comunitários de saúde, agentes de combate às endemias, além de profissionais das equipes multiprofissionais e trabalhadores administrativos e de apoio das unidades.
A vacina é aplicada em dose única, por via subcutânea, e é indicada para pessoas de 15 a 59 anos, independentemente de infecção prévia por dengue. O quantitativo recebido pelo Estado corresponde a cerca de 55% do público-alvo estimado para esta fase.
Segundo a SES, toda a logística de distribuição já foi alinhada com os municípios, incluindo orientações sobre armazenamento e organização da estratégia. No entanto, a liberação das doses ainda depende da regularização de uma inconformidade identificada nos lotes das embalagens, situação já comunicada ao Ministério da Saúde.
Enquanto isso, Sidrolândia e Maracaju aguardam a confirmação oficial da data de envio das vacinas para que a imunização dos profissionais da rede básica possa ser iniciada.
A SES reforça que a vacinação integra um conjunto de ações de enfrentamento à dengue e destaca que medidas preventivas continuam sendo essenciais, como o combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika. A colaboração da população, aliada ao trabalho dos agentes de endemias, segue sendo fundamental para reduzir os casos da doença no Estado.

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